3 chaves para evitar o excesso de açúcar

3 chaves para evitar o excesso de açúcar
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Certas bebidas e batidos contêm surpreendentes quantidades de açúcar. Por exemplo, o iogurte de manga e maracujá (soa saudável, né?) Starbucks tem nada menos que 70,4 gramas de açúcar. Quase dez (sim, dez) colheres de chá de chá.


Com tantas bebidas de café com quantidades assim, entendemos como se atira a ingestão de açúcares, sem nos dar conta.


Todos estamos avisados, e conhecemos as malísimas consequências de ingerir muito açúcar, e, mesmo assim, não temos claros os limites de consumo. Ninguém nos ocorreria dar 10 colheres de chá de açúcar para o café ou chá em casa, mas depois todos nós apreciamos essas bebidas super doces sem pensar muito.



E o problema não está apenas nas bebidas, mas também encontramos açúcar em muita comida inimaginável. Até mesmo comida rotulada como “saudável” pode conter níveis elevados de açúcar. Isso é o que recomendam os especialistas para controlá-la.


1. Torne-se um especialista em “açúcar oculto’


Saber que alimentos levam adição de açúcar, sem necessidade e conhecer alternativas saudáveis é uma chave importante para controlá-lo. Algumas dessas refeições são:


Molhos Especialmente o molho de tomate (ketchup), molho para yakisoba (“dips”)


Alternativa saudável: fritar com azeite de oliva (ou de coco), adicionar um pouco de molho de soja natural, óleo de gergelim e um pouco de coentro picado ao final, para dar-lhe sabor. E escolher o molho de tomate baixa em açúcar.


Barrinhas de cereais e frutas “saudáveis”


Alternativa saudável: escolher barras naturais de proteínas, pobre em açúcares. Ou melhor ainda, toma umas cerejas, ou umas framboesas.


Cereais de pequeno-almoço


Alternativa saudável: faça suas próprias misturas com aveia inteira e leite de amêndoas sem açúcar, e adicione os mirtilos ou sementes de girassol.


2. Veja bem o quanto de açúcar você consumir (e aprende a ler etiquetas)


A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda reduzir o consumo diário de açúcar a menos de 10% de nosso consumo total de energia: em torno de 50g.


A OMS diz também que “seria melhor” reduzir para menos de 5% dos açúcares adicionados (em torno de 25g.), porque suporia benefícios adicionais para a saúde. A tendência atual é consumir a menor quantidade possível de açúcar: 25g por dia, no máximo.


Na hora de olhar um produto, a primeira coisa é ignorar o marketing e publicidade do produto, e se concentrar na informação “de trás”. Os fabricantes de comida embalada ou processada utilizam truques inteligentes para nos fazer acreditar que esse alimento é mais saudável do que é em realidade, pelo que a única forma de saber isso é lendo com cuidado os ingredientes e a informação nutricional.


As grandes cadeias de café (como a Starbucks, já citada), têm toda a informação nutricional de seus produtos, mesmo em seus sites, por isso não hesite em requisitá-lo na loja, ou vê-lo na internet.


Como guia, a comida com mais de 22,5 g de açúcar por cada 100gr é considerada como alta no açúcar. Abaixo de 5g por cada 100gr é considerada baixa em açúcar. Com esses dados em mente, você terá mais facilidade para escolher sua comida.


Depois de verificar a informação nutricional, veja a lista de ingredientes. Quanto mais cedo apareça princípio, maior será a quantidade que contém o produto, assim que se o açúcar é um dos primeiros, o mais provável é que contenha bastante.


Finalmente, lembre-se que o açúcar não é sempre chamado de “açúcar”. Você pode estar muito bem camuflado! Cuidado com a frutose, sacarose, glicose, xarope de milho rico em frutose (…) qualquer ingrediente que termine em “osa” é provável que seja açúcar.


3. Use adoçantes saudáveis


Se você é um louco do doce e não está pronto para cortá-lo pela raiz, use adoçantes saudáveis como a Estévia, ou o Xilitol. A Estévia está disponível em pequenos recipientes de plástico, e cabe perfeitamente na bolsa.